sábado, 5 de maio de 2012
Remédio para a pressão...( por Veríssimo )
Eu tomo um remédio para controlar a pressão.
Cada dia que vou comprar o dito cujo, o preço aumenta.
Controlar a pressão é mole.
Quero ver é controlar o preção.
Tô sofrendo de preção alto.
O médico mandou cortar o sal.
Comecei cortando o médico, já que a consulta era salgada demais.
Para piorar, acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério!
Não sei mais o que é real.
Principalmente, quando abro a carteira ou pego extrato no banco.
Não tem mais um Real.
Sem falar na minha esclerose precoce.
Comecei a esquecer as coisas:
Sabe aquele carro? Esquece!
Aquela viagem? Esquece!
Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!
Podem dizer que sou hipocondríaco, mas acho que tô igual ao meu time:
- nas últimas.
Bem, e o que dizer do carioca?
Já nem liga mais pra bala perdida...
Entra por um ouvido e sai pelo outro.
Faz diferença...
"A diferença entre o Brasil e a República Checa é que a República
Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo"
Luiz Fernando Veríssimo
"Não tem nada pior do que ser hipocondríaco num país que não tem remédio"...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
sábado, 30 de outubro de 2010
O que é verdade ou o que é mentira nessa porra de internet?
Bem,
Tô sendo claro e grosso.Quem não gostar dos meus termos então procure outro blog pra seguir,mas ando meio chateado com algumas postagens que postei.Sabe porque minha querida e meu querido?Porque eu não sabia que ele era lido por tantas pessoas por aí ao redor do nosso quintal,ainda bem,né?
Sou Dilma doente!!!Vou votar no 13.Não sou filiado a partido nenhum,mas minha convicção e a parte que me toca,principalmente o meu bolso,sem contar o que eu não podia fazer com meu dinheiro e agora posso sim, é que vou votar pra que o trabalho de Lula possa continuar. Se não for ela será ele, de qualquer maneira somos brasileirose estamos prontos pra tudo. Além de ser nordestino,baiano e lutador aposto nesse novo Brasil.
Ma\s, deixando de enrolar o meio de campo e indo logo a nossa conversa. Pergunto-me o que é verdade ou o que é mentira nessa entreloucada internet?Sabe que não sei.
Muitas vezes posto alguma coisa que vi na net,mas logo recebo um email de alguém, contradizendo o que postei. Sinceramente,quero que vcs vão pro...fundo do meu coração!!!Hehehehehe.pensou que eu iria te lascar,né?Não,ao contrário.Vcs estão é me ajudando a melhorá-lo e ter mais cuidado nas postagens que aqui publico.tenho que saber a fonte.
Desculpa, tbm se as vezes meu português é um pouco chulo,mas é uma maneira de estravasar meu stress do dia a dia.Desculpa tbm do meu vocábulário,viu?
Poxa,hoje tô educado!!!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Resolvi retirar do blog a postagem "Dilma ou Serra"após receber esse email.
Erika-Bites deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dilma ou Serra?":
Boa tarde, Joseíltson!
Me chamo Erika Dias e trabalho na Bites, consultoria em mídias sociais que presta serviços para a Rede Globo. Vimos que publicou um texto atribuído ao jornalista Pedro Bial.
Apesar de ter circulado em correntes de email e diversos blogs, este material não foi escrito por Bial e achamos importante que você fosse informado a respeito.
Caso tenha alguma dúvida e queira conversar comigo ou com o próprio atendimento da Globo, por favor sinta-se à vontade para enviar-me um email ou para a Central de Atendimento ao Telespectador, cujos dados são:
- http://falecomaredeglobo.globo.com
- Telefone: 4002-2884 (não é necessária a inclusão de código DDD)
Estarei à disposição,
Erika Dias
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Artigo de Leonardo Boff
"Quem não sabe recordar o passado está condenado a perigosas repetições. (George Sanayana)"
Dilma: garantir conquistas e consolidar avanços
O Brasil já deixou de “estar deitado eternamente em berço esplêndido”.
Nos últimos anos, particularmente sob a administração do Presidente Lula, conheceu transformações inéditas em nossa história. Elas se derivaram de um projeto político que decide colocar a nação acima do mercado, que concede centralidade ao social-popular, conseguindo integrar milhões e milhões de pessoas, antes condenadas à exclusão e a morrer antes do tempo.
Apesar dos constrangimentos que teve que assumir da macroeconomia neoliberal, não se submeteu aos ditames vindos do FMI, do Banco Mundial e de outras instâncias que comandam o curso da globalização econômica. Abriu um caminho próprio, tão sustentável que enfrentou com sucesso a profunda crise econômico-financeira que dizimou as economias centrais e que devido à escassez crescente de bens e serviços naturais e ao aquecimento global está pondo em xeque a própria reprodução do sistema do capital.
O governo Lula realizou a revolução brasileira no sentido de Caio Prado Jr. no seu clássico A Revolução Brasileira (1966):”Transformações capazes de reestruturarem a vida de um pais de maneira consentânea com suas necessidades mais gerais e profundas, e as aspirações da grande massa de sua população…algo que leve a vida do país por um novo rumo".
As transformações ocorreram, as necessidades mais gerais de comer, morar, trabalhar, estudar e ter luz e saúde foram, em grande parte, realizadas. Rasgou-se um novo rumo ao nosso pais, rumo que confere dignidade sempre negada às grandes maiorias. Lula nunca traiu sua promessa de erradicar a fome e de colocar o acento no social. Sua ação foi tão impactante que foi considerado uma das grandes lideranças mundiais.
Esse inestimável legado não pode ser posto em risco. Apesar dos erros e desvios ocorridos durante seu governo, que importa reconhecer, corrigir e punir, as transformações devem ser consolidadas e completadas. Esse é o significado maior da vitória da candidata Dilma que é portadora das qualidades necessárias para esse “fazimento”continuado do novo Brasil.
Para isso é importante derrotar o candidato da oposição José Serra. Ele representa outro projeto de Brasil que vem do passado, se reveste de belas palavras e de propostas ilusórias mas que fundamentalmente é neoliberal e não-popular e que se propõe privatizar e debilitar o Estado para permitir atuação livre do capital privado nacional, articulado com o mundial.
Os ideólogos do PSDB que sustentam Serra consideram como irreversível o processo de globalização pela via do mercado, apesar de estar em crise. Dizem, nele devemos nos inserir, mesmo que seja de forma subalterna. Caso contrário, pensam eles, seremos condenados à irrelevância histórica. Isso aparece claramente quando Serra aborda a política externa. Explicitamente se alinha às potências centrais, imperialistas e militaristas que persistem no uso da violência para resolver os problemas mundiais, ridicularizando o intento do Presidente Lula de fundar uma nova diplomacia baseada no dialogo e na negociação sincera na base do ganha-ganha.
O destino do Brasil, dentro desta opção, está mais pendente das megaforças que controlam o mercado mundial do que das decisões políticas dos brasileiros. A autonomia do Brasil com um projeto próprio de nação, que pode ajudar a humanidade, atribulada por tantos riscos, a encontrar um novo rumo salvador, está totalmente ausente em seu discurso.
Esse projeto neoliberal, triunfante nos 8 anos sob Fernando Henrique Cardoso, realizou feitos importantes, especialmente, na estabilização econômica. Mas fez políticas pobres para os pobre e ricas para os ricos. As políticas sociais não passavam de migalhas. Os portadores do projeto neoliberal são setores ligados ao agronegócio de exportação, as elites econômico-financeiras, modernas no estilo de vida mas conservadores no pensamento, os representantes das multinacionais, sediadas em nosso pais e as forças políticas da modernização tecnológica sem transformações sociais.
Votar em Dilma é garantir as conquistas feitas em favor das grandes maiorias e consolidar um Estado, cuja Presidenta saberá cuidar do povo, pois é da essência do feminino cuidar e proteger a vida em todas as suas formas.
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