sexta-feira, 28 de maio de 2010
MINISTÉRIO DA SAÚDE ESCLARECE
referente a postagem do 5 de novembro de 2009
Ministério da Saúde deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Informativo SAMU !":
Prezado Blogueiro,
Esse comunicado não é oficial do SAMU/192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Não há nenhuma orientação por parte do Ministério da Saúde sobre esse informativo que circula na internet e e-mails orientando as pessoas a colocar em seus celulares contatos de parentes que devam ser localizados em caso de emergência.
O SAMU atende os casos cardio-respiratórios, trabalhos de parto, crises hipertensivas, acidentes quando houver vítimas e transferência de doentes de uma unidade hospitalar para outra.
A ligação é atendida por técnicos na Central de Regulação Médica que identificam a urgência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o primeiro diagnóstico da situação iniciando o atendimento com orientações sobre as primeiras ações ao paciente, ou à pessoa que realizou a chamada.
Ao mesmo tempo, o médico regulador avalia qual o melhor procedimento para o paciente: orienta a pessoa a procurar um serviço de saúde adequado à solicitação; designa uma ambulância de suporte básico de vida, com auxiliar de enfermagem e socorrista para o atendimento no local; ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma ambulância com médico e enfermeiro, equipada com todo suporte de atendimento intensivo.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192 funciona 24 horas por dia e é acionado com uma chamada gratuita para o número de acesso universal 192.
Conheça mais sobre o serviço aqui: http://bit.ly/99hETM
Atenciosamente,
Ministério da Saúde
Para mais informações: fernanda.scavacini@saude.gov.br
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Volta da autonomia da Chesf será anunciada nesta sexta
Recife - 23.04.10
10:50:56
Publicado em 23.04.2010, às 08h37
Do Jornal do Commercio
O ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, anuncia nesta sexta-feira (23) a retomada da autonomia da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), maior empresa do Nordeste. Na noite dessa quinta-feira (22), após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Eduardo Campos e o próprio Zimmermann, ficou decidida uma reformulação completa na administração da Eletrobras, que controla a Chesf, Furnas e Eletrosul.
Na prática, após muita pressão de políticos, empresários e técnicos, o governo federal devolve a independência operacional e política da Chesf. Será respeitada a autonomia das diretorias regionais e dos conselhos de administração, priorizando as decisões das empresas regionais do setor elétrico, como a Chesf.
A recuperação da autonomia acontecerá por força de um simples ofício de Zimmermann ao presidente da Eletrobras, José Antônio Muniz, que até então coordenava todo o processo de centralização das decisões envolvendo a Chesf na sede da própria Eletrobras, no Rio de Janeiro. O ofício do ministro substituirá um outro documento, de número 386, que, publicado no ano de 2008, era a base de todo esvaziamento.
Neste documento de 2008, o Ministério de Minas e Energia, à época comandado por Edison Lobão (PMDB), recomendava à Eletrobras que a operação do sistema elétrico brasileiro deveria ter como finalidade a geração de lucro para o acionista. Este ofício, elaborado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a pedido da Eletrobras, deu suporte às mudanças que pretendiam transformar a holding numa espécie de Petrobras do setor elétrico. E, consequentemente, retirou a independência da Chesf, empresa que lucra sete vezes mais que a própria controladora, Eletrobras.
Agora, a situação mudou. O novo ofício é bem claro quando aponta que “o novo modelo do sistema elétrico deve ter como finalidade principal aumentar a capacidade de investimentos das empresas que formam o sistema Eletrobras, valorizando e priorizando a engenharia, as compras e o apoio às culturas regionais. O novo documento também prevê a valorização das universidades e centros de pesquisas regionais.
As estatais também poderão ser majoritárias em sociedades de propósito específicos (SPEs), parcerias para a construção de obras. O novo ofício vai além e determina o fortalecimento das empresas regionais e de suas respectivas marcas. A Chesf, portanto, voltará a ter seu nome original e não mais Eletrobras Chesf. Será este novo ofício a base que permitirá a mudança estatutária que deverá trazer de volta a força da companhia.
domingo, 18 de abril de 2010
Como o café interfere na sua saúde
Conheça estudos sobre a bebida que, depois da água, é a de maior consumo no Brasil, segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Café.
PRÓS
Estimulante: Uma das características mais famosas do café é seu poder de estimular o sistema nervoso, que ajuda a acordar e deixa você mais ativo. "Sem dúvida o melhor efeito do café no organismo é a ação estimulante, de deixar o corpo alerta", diz a endocrinologista Ellen Paiva.
Após almoço reduz risco de diabetes tipo 2: Quem toma café na hora do almoço tem 34% menos risco de desenvolver diabetes tipo 2, concluiu um estudo francês. Fora deste horário, entretanto, não houve diminuição no risco.
Diminui risco de câncer de útero: Mulheres que tomam muito café têm menos chance de desenvolver câncer de útero. Estudo realizado pelo Ministério da Saúde do Japão concluiu que o grupo que tomou mais de três xícaras diariamente, tinha 60% menos de chance de desenvolver o câncer, ao contrário do que tomava café menos de duas vezes por semana.
Melhora do humor: O café tem compostos conhecidos como ácidos clorogênicos, que reduzem a necessidade exagerada de substâncias como endorfina (a nossa morfina natural), melhorando o humor. Segundo pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café houve um crescimento do consumo entre viúvos, separados e mulheres.
Acelera queima metabólica: "O café não engorda, aliás ele acelera a queima metabólica", explica a nutricionista Daniela Jobst. Uma xícara de café de 50 ml sem açúcar tem 2 calorias.
CONTRAS
Após refeição, diminui absorção de nutrientes: "Se o café for consumido após almoço e jantar compete com vitamina C e ferro", explica a nutricionista Daniela Jobst. Ele também interfere na absorção do cálcio, mas só se for se o consumo destes nutrientes for muito baixo, diz a endocrinologista Ellen Paiva.
Quantos cafés por dia?: Claro que todo exagero é maléfico. Tomar muito café pode deixar a pessoa hiper estimulada ou ainda causar danos ao estômago. O indicado é um adulto tomar de 3 a 4 xícaras por dia.
Fontes: http://suadieta.uol.com.br
www.bol.uol.com.br
sexta-feira, 16 de abril de 2010
A briga tá grande por aqui!
Chesf: um freio de arrumação
Chesf: um freio de arrumação
Texto publicado em 16 de Abril de 2010 - 06h39
Em meio às críticas que o esvaziamento da Chesf provocou nos mais diversos segmentos da sociedade, o governo federal decidiu mudar o discurso e reavaliar as mudanças na estatal. A informação sobre a nova postura do governo veio através de um fax no qual o presidente da Eletrobras, José Antônio Muniz, se justifica por não comparecer a uma audiência pública convocada pela deputada estadual tucana Terezinha Nunes (leia reprodução ao lado). Não fosse a mudança, José Antônio, idealizador do esvaziamento da Chesf e membro do grupo político do senador José Sarney, estaria hoje no Recife, tentando explicar todo o processo.
Diz o fax do presidente da Eletrobras: “(...)Houve um comprometimento de avaliar e discutir todas as questões colocadas com os técnicos envolvidos no assunto, além do próprio governo federal – acionista majoritário da Eletrobras. Em face disso, o ministro, também presidente do conselho de Administração da Eletrobras, recomendou que a diretoria da Eletrobras e da Eletrobras Chesf aguardem novas orientações, antes de se pronunciarem sobre a matéria.”
Anteontem, numa reunião promovida pelo governador Eduardo Campos (PSB) no Palácio das Princesas, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann (portanto chefe de José Antônio), foi alvo de várias críticas por parte de políticos, empresários e técnicos que integram o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Cedes). Todos reclamaram do esvaziamento. Surpreso, o ministro disse que levaria a questão ao presidente Lula. O próprio Eduardo, que até então mantinha uma postura tímida em relação ao tema, subiu o tom e também falou que levaria o assunto a Lula. “Queremos a retirada de qualquer tipo de amarra que impeça o investimento da Chesf. O fortalecimento da Eletrobras precisa ocorrer, mas passa pelo fortalecimento da Chesf”, comentou o governador. Antes de Eduardo, políticos da oposição, como Jarbas Vasconcelos, Sérgio Guerra e Marco Maciel, já haviam comprado a briga em defesa da empresa. A questão, inclusive, deverá ser fortemente usada pelo candidato do PSDB à presidência, José Serra, contra a petista Dilma Rousseff. Diante do desgaste em ano eleitoral, o governo decidiu sinalizar uma possível suspensão do processo.
No fax de ontem, José Antônio Muniz explica que a decisão de avaliar a questão foi tomada depois que o ministro participou da reunião do Cedes. As perguntas dos conselheiros mostraram que as alterações realizadas no estatuto da Chesf em 2008 retiraram a autonomia da empresa. A Chesf é a mais rentável empresa do Sistema Eletrobras e lucra sete vezes mais que a própria holding. Uma alteração estatutária pouco transparente transferiu para a sede da Eletrobras, no Rio, todas as decisões antes tomadas pela empresa, que tem sede no Recife.
O diretor do Ilumina Nordeste, Antonio Feijó, considera que a decisão do governo de “avaliar e discutir todas as questões” com os técnicos envolvidos no assunto é o primeiro passo para frear o processo de esvaziamento da estatal. “A decisão mostra que Pernambuco foi escutado, quando falou unido”, comentou. Terezinha Nunes também se pronunciou. “Respeito, mas não acho adequada a postura do presidente da Eletrobras de se recusar a debater uma questão tão relevante para Pernambuco como o esvaziamento da Chesf”. A parlamentar marcou uma reunião na próxima quinta-feira, à tarde, com representantes das entidades que estão contrários ao esvaziamento da estatal para redigir um documento sugerindo modificações a serem adotadas em relação à Chesf.
Fonte: Jornal do Commercio
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